
Gostamos de pensar em nós como um povo de mar, mas somos sem qualquer sombra de dúvida, um povo de rios. Ali, nas ribeiras e córregos se lavou a roupa de toda uma nação, aguadeiros mataram a sede a cidades e vilas inteiras, o pão – esse alimento que silenciou a fome feroz de tantas bocas – era moído pela força da água do rio que passou pela nossa vida.
De 31 de janeiro a 2 de fevereiro, o Fluviário de Mora desafia os seus visitantes a participar na atividade temática da Sala de Aula em honra das comemorações do Dia Mundial das Zonas Húmidas – “Nos Rios Vivem as Nossas Tradições”. É preciso não esquecer quem somos, de onde viemos, o que vivemos e contar às novas gerações “o antigamente” – as histórias dos seus antecessores.
O Fluviário de Mora volta a unir-se ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) nesta iniciativa promovida a nível nacional por esta instituição e, a nível internacional organizada pelo Secretariado da Convenção de Ramsar, que este ano é, precisamente, dedicada à herança cultural e conhecimento tradicional associado às ZH.
Visite-nos e participe na atividade “Nos Rios Vivem as Nossas Tradições” – uma oportunidade de conhecer com as crianças da sua família as profissões de antigamente associadas aos rios, lagos, sapais, mangais, entre muitos outras ZH e de relembrar a sua/vossa/nossa herança tradicional e cultural ligada aos rios e ribeiras.
Feliz Dia Mundial das Zonas Húmidas!
Visite o Fluviário de Mora, onde o rio desagua no sonho!
